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Hospital de Ponta Grossa pode fechar as portas por falta de repasse de recursos

Governo do Estado estaria devendo mais de 6 milhões de reais a instituição por atendimentos do SUS, mas líder governista nega e alega que há um desencontro de informações.

Requião Filho cobrou explicação do Governo sobre repasse de recursos (Foto: Orlando Kissner)

O deputado estadual Requião Filho trouxe ao plenário da Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira (03), um pedido de ajuda da Associação Hospitalar Bom Jesus, o Hospital do Coração, de Ponta Grossa. Com 80% de atendimentos exclusivos para pacientes do SUS, a unidade corre o risco de fechar as portas na próxima quinta-feira, 6 de abril. O motivo seria uma dívida de 6 milhões de reais, sendo R$ 1 milhão e meio somente do setor de ortopedia, onde o Estado não teria feito os repasses regulares ao Hospital.

“Às vésperas do feriado de Páscoa, o hospital poderá fechar suas portas e, nós, enquanto deputados, precisamos fiscalizar e cobrar o Governo para saber o que houve, de forma que a população não fique desassistida, e entender como poderá ser resolvido esse impasse”, alertou Requião Filho.

ASSISTA:

O líder do Governo Hussein Bakri prontamente levantou os números da Secretaria de Estado da Saúde que confrontam os dados apresentados pelo hospital. Diante do impasse, ele convidou o líder da oposição para uma reunião entre a SESP e a Associação Hospitalar de Ponta Grossa, para que os fatos sejam esclarecidos.

“Há um desencontro de informações entre o que nos foi apresentado pelo Hospital e o que o Governo afirma ter pago. Vamos marcar uma ida ao Hospital juntamente com representantes da Secretaria para descobrir como resolver este impasse”, afirmou Requião Filho.



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