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Zambelli, Bolsonaro e a máscara de proteção

Como atos negacionistas levaram o Brasil aos 500 mil mortos.

Por Requião Filho


Nesta semana assistimos Bolsonaro dizer que usa máscara se quiser, que faz o que quiser. Mandou, na frente das câmeras, uma jornalista mulher calar a boca e teve apoio irrestrito de uma parlamentar, também, mulher. Cena lamentável!


Acredito que o atual Presidente da República, infelizmente, invista seu tempo em criar fatos e factóides para nos confundir e retirar o foco de todas as estratégias maléficas advindas de seu governo e dos seus seguidores.


Enquanto nega a ciência, destrata uma jornalista, infla atos agressivos, expõe pessoas a risco de vida... aproveita a avalanche de notícias “cringe” para passar projetos que não atendem ao interesse público, mas sim a interesses dos seus. Acaba com os direitos trabalhistas, previdenciários e sangra, cada vez mais, os pobres.


Bolsonaro não foi eleito para cuidar da vida dele, muito pelo contrário. Quando pleiteou o maior cargo da nação deveria saber que teria que atender a todos os brasileiros, especialmente aos que mais precisam de governo.


Com efeito, quando uma mulher consegue uma cadeira no Parlamento Nacional, deveria honrar não só seus eleitores, mas representar todas as mulheres que ainda sofrem cotidianamente em um país tão desigual.


Ao acompanhar o ato bolsonarista de retirar a máscara, não se vira às costas apenas para a ciência, não se tripudia na dor das mais de 500 mil famílias enlutadas, mas envergonha todas as mulheres brasileiras, que lutam pela saúde e dos seus em plena pandemia desgovernada.

Atos negocianistas, fake news e promoção de aglomerações são atos contrários à vida, que colocam em risco a saúde pública e assim devem ser vistos pelas autoridades.

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