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Requião Filho pede respeito e valorização aos servidores nas discussões sobre data-base e mudanças n

“A data-base chega com um valor muito pequeno e o governo ainda colocou um percentual relativo a uma decisão judicial de um valor atrasado. Na prática, a data-base será quase nada para os servidores”, alertou o líder da oposição.

Foto: Eduardo Matysiak

“Temos que valorizar aqueles que colocam um rosto ao Estado. Quando uma mãe leva o filho ao posto de saúde, quando um comerciante chama a polícia para atender uma ocorrência, quando uma indústria busca um alvará para abrir uma nova planta. São estes funcionários que fazem o Estado funcionar e merecem nosso respeito. Vamos discutir com a seriedade necessária estes temas”. A afirmação é do deputado Requião Filho (PT), ao comentar o pacote de Projetos de Lei encaminhados hoje (26) pelo governo do Estado, à Assembleia Legislativa (Alep), que tratam da data-base e mudanças em diversas carreiras do funcionalismo.


Entre as propostas, está a recomposição salarial de 5,79% dos servidores, a partir de 1º de agosto. Deste índice, contudo, 3,39% diz respeito a um residual da Lei 18.493/2015, uma dívida antiga do Executivo com o funcionalismo. Ou seja, diante de perdas acumuladas de 42%, o governo propõe um reajuste, na prática, de apenas 2,4%. Segundo Requião Filho, a data-base será irrisória.

“Os projetos tratam de diversos assuntos, como a carreira dos servidores da segurança, da saúde, e da educação. A data-base chega com um valor muito pequeno, e o governo ainda colocou um percentual relativo a uma decisão judicial de um valor atrasado. Na prática, a data-base será irrisória para os servidores”.

Ele destacou a importância do envolvimento da sociedade e dos deputados estaduais, em defesa dos trabalhadores que tocam a segurança pública, a saúde e a educação do Estado.


“Esta discussão deve ser acalorada, como sempre foi. Espero que a sociedade participe e acompanhe de perto. A data-base não é só dos professores, é dos policiais militares, é dos agentes de saúde, dos agentes penitenciários, de todo servidor que é o Estado. E nós, políticos, estamos representando a população, afinal temos o dever de defende-la contra os abusos cometidos pelo governo atua.”


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