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Governo Requião foi um dos poucos, até hoje, que teve coragem de cuidar das estradas do Paraná

Na avaliação do Deputado Requião Filho, a administração de rodovias impõe a contratação de servidores experientes e um tipo de gestão do dinheiro público que não existe mais.

Foto: Eduardo Matysiak

Na última sexta-feira (25) foi batido o martelo para mais 30 anos de pedágio no Paraná. As rodovias federais e estaduais, que cortam o estado, serão mesmo administradas por terceiros. Na avaliação do deputado estadual Requião Filho, isto é um grande retrocesso.


“O Paraná teve a chance de corrigir os erros do passado, de tomar para si a administração pública de um bem que afeta, direta e indiretamente, toda a nossa economia. Todos já pagamos altos impostos para a manutenção das rodovias e, nesse curto período sem concessões, já vimos que o governo foi incompetente neste sentido. Gestão aprovada e reconduzida ao cargo nas últimas eleições. Vivemos tempos de propaganda e discursos fáceis, mas de pouco trabalho por parte dos gestores públicos, na vida real”, afirma o líder da oposição.

Na avaliação do Deputado Requião Filho, a administração de rodovias impõe a contratação de servidores experientes e um tipo de gestão do dinheiro público que não existe mais.


“Até hoje, em toda história do Paraná, poucos foram os gestores que tiveram coragem de assumir o desafio da malha viária. O Governo Requião foi um desses poucos, que tomou o problema para si e escalou um time de primeira para cuidar das nossas estradas. Recuperou, duplicou e pavimentou centenas de quilômetros de rodovias pelo interior, deixou prontos outras dezenas de projetos que foram descontinuados, na sequência, por falta de vontade política. Uma pena que essa nova geração não conheceu esse tipo de governo pulso firme, desenvolvimentista, que tinha uma equipe preparada ao seu lado, e fazia de tudo para tirar do papel projetos sérios e comprometidos com a realidade da população. Se hoje grande parte dos municípios têm um bom acesso e boas estradas é porque alguém, lá atrás, se preocupou com isso. Mas a juventude de hoje jamais vai reconhecer isso, infelizmente, porque não conheceu esse tipo de governo de verdade, que levou o leite das crianças para todas as escolas, que cuidou do pequeno ao grande agricultor, que pensou nos empresários, nos micro e pequenos empreendedores”, analisou o parlamentar.



Requião Filho está em seu terceiro mandato como deputado estadual e, ao longo desse período, integrou diversas mesas de debate e frentes parlamentares que concluíram que o retorno do pedágio não seria a solução mais acertada para o Estado. Nas últimas eleições, recebeu de seu partido todo apoio para levantar estas bandeiras e tinha, na vitória do presidente Lula, uma esperança para reverter toda essa cadeia de erros que foram cometidos nas últimas décadas e estavam prestes a se repetir.


“Pagamos caro nos últimos 25 anos, por contratos mal feitos e atropelados, em nome da modernidade, do avanço, quando apenas o pulso firme de um governante que sabe fazer bom uso do dinheiro público, poderia ter feito a diferença. O Governo Lula e o Governo Requião, no passado, somaram juntos muitas vitórias e conquistas, fazendo por si todas as mudanças que o setor exigia naquela época. Requião ainda tentou reverter na Justiça a questão que envolvia os contratos de pedágio, mas não conseguiu sozinho. As forças contrárias foram mais fortes e, se dependesse do governo atual, aqueles contratos ruins e prejudiciais à economia paranaense, teriam sido renovados. Se você acompanhou de perto meu mandato, nos últimos oito anos, sabe o quanto lutamos para desmascarar essa farsa e graças ao nosso trabalho você ficou sabendo do erro bilionário do cálculo tarifário cobrado a mais, de todos nós, nas últimas décadas. Mas eles não se deram por vencidos trouxeram uma nova licitação para explorar nosso estado por mais 30 anos, com 15 novas praças de pedágio. E ainda convenceram o atual governo federal, que era a nossa principal esperança de reverter isso tudo, a mudarem de lado e entrarem no jogo deles. Chegaram a conclusão que é mais fácil entregar nosso dinheiro para investidores e acionistas estrangeiros, do que fazer por si, do que cobrar pelas obras que não foram realizadas nas últimas décadas e pela duplicação das rodovias, do litoral até Foz do Iguaçu. Pedágio só se for público, de manutenção e a preço justo. Do jeito que foi feito, em poucos anos, estaremos brigando outra vez e pagando caro por isso”, lamentou.

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