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Fiscalizar, cobrar e corrigir é o trabalho da Assembleia

Requião Filho chama atenção para novos apoios à oposição que podem vir da bancada independente, nesse novo mandato.

Requião Filho, primeiro discurso de 2023 na ALEP | Foto: Assessoria ALEP

Na primeira sessão deliberativa deste ano da Assembleia Legislativa (Alep), nesta terça-feira (7), o deputado Requião Filho (PT), líder da oposição, afirmou que a bancada vai manter uma atuação firme, embasada, e que não diz o “não pelo não”. Ele cobrou dos novos parlamentares, que assumiram os mandatos na semana passada, independência para exercer o papel constitucional do Poder Legislativo, que é fiscalizar, cobrar e corrigir o Poder Executivo.

“A minha esperança é que meus colegas de oposição tenham dos deputados ditos 'independentes' um apoio maior. Nós somos Poderes independentes! Fiscalizar, cobrar e principalmente corrigir é o trabalho da Assembleia Legislativa do Paraná."

De acordo com Requião Filho, dentre as pautas que serão discutidas pela bancada nesta legislatura, estão medidas para barrar a privatização da Copel e um novo modelo de pedágio, com tarifas mais justas.

“Ao contrário da bancada do governo, nós, da oposição, votamos como bem entendemos e temos o privilégio de poder discordar e votar não, exercendo na plenitude nosso mandato. Assim será a oposição aqui. Oposição à venda da Copel, ao aumento de água da Sanepar, oposição ao modelo de pedágio feito pelo governador Ratinho e pelo então presidente Bolsonaro. Aliás, sobre este assunto, a população e os produtores paranaenses não podem ser novamente prejudicados com um pedágio mais caro do que deveria ser, e com poucas obras”.


O deputado ainda ressaltou que a oposição será construtiva, apontando os equívocos do governo e mostrando o caminho a ser seguido, e que não diz apenas o “não pelo não”.


“Alguns falam de agronegócio, nós falamos de agricultura, porque defendemos desde o pequeno agricultor, o médio e o grande. Alguns falam em indústrias, multinacionais, nós falamos de indústria paranaense, defendemos de A a Z, do pequeno ao grande. Assim será a oposição neste ano, firme, embasada, que não diz o ‘não’ pelo ‘não’, mas quando dizemos o ‘não’, mostramos o caminho que acreditamos ser o certo, e quando o governo pisa na bola temos o dever de colocar o dedo na ferida”.

Assista na íntegra:



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