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"Diante de tamanha incompetência, o choro é inevitável"

Deputado critica postura bolsonarista de chamar de "censura" toda e qualquer justiça feita contra os abusos e fake news divulgadas aos seus seguidores.


Assista:

Na sessão plenária desta quarta-feira, o deputado estadual Requião Filho (PT) fez um discurso crítico a postura da campanha bolsonarista, que chama de censura toda forma de justiça imposta às fake news disseminadas pela população.


O deputado citou os casos de corrupção envolvendo o Governo Bolsonaro, que são escondidos ou minimizados, de forma a ludibriar o povo.


“É idiotice, má fé ou ignorância?”, questionou, chamando o discurso bolsonarista de canalha e enganoso.


“Tenho pena do Brasil que aguenta esses discursos, pessoas que defendem Jesus e apoiam ou passam pano para torturadores. Defendem liberdade de ir e vir, mas são contra as instituições que garantem essas liberdades. Falam de liberdade religiosa, mas pra eles só existe uma. E as demais? Criticam povos de terreiro e de outras religiões de matrizes africanas, por puro preconceito, racismo exacerbado. Isso é hipocrisia, discurso canalha, mas a vantagem é que domingo acaba e veremos muitos desses pastores defensores do Bolsonaro mudarem de lado. A diferença é que o Lula governará para todos igualmente, diferente do atual presidente antidemocrático, que está preocupado em agradar apenas o seu grupinho e intimidar os outros”, criticou.


Requião Filho ainda tocou o dedo na ferida, mencionando várias fake news que se popularizaram nas redes sociais ao longo dessa campanha eleitoral.


“Não se preocupem com banheiro unissex, mas que tenhamos algum banheiro pra atender aos nossos alunos da rede pública. Se preocupem com o poder de compra. Se preocupem com o povo brasileiro que passa fome, não com discursinhos cretinos e baratos, que graças aos eleitores brasileiros, deixaremos de escutar depois deste domingo. O Lula será presidente de todos os brasileiros, pois precisamos de um presidente que leve a democracia deste país a sério. Precisamos de um presidente preocupado com a agriculta familiar, com os empreendedores e que valoriza igualmente a igreja católica e todas as religiões desse país, que tem um estado laico, que aceita qualquer religião. Qualquer canalha que se coloca contra isso, não merece espaço de fala num país plural como o nosso Brasil”.



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