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Corte de recursos põe em risco funcionamento de universidades públicas no 2º semestre, no Paraná


Em pronunciamento na Assembleia Legislativa do Paraná, durante a sessão plenária desta segunda-feira (20), o reitor da Universidade Federal do Paraná UFPR, Ricardo Marcelo Fonseca, afirmou que o corte de gastos proposto pelo Governo Federal para o ensino público superior pode inviabilizar o funcionamento das instituições federais no estado a partir de agosto.

“Não só a UFPR, mas o conjunto das universidades federais brasileiras e os institutos federais, a partir do início do segundo semestre, não terão mais condições de funcionamento. As verbas que foram cortadas são para manutenção, água, luz, limpeza e vigilância. Não há instituição que funcione sem isso”, ressaltou.

A avaliação do reitor, que falou em nome das quatro instituições – UFPR, UTFPR, IFPR e Unila – levantou a uma série de manifestações entre os deputados em plenário. Para Requião Filho, nunca houve tanto despreparo de um Governo Federal com a Educação como este que assumiu em 2019.

"De 2003 a 2014 nós pulamos de 505 mil vagas nas universidades públicas para mais de 932 mil. Sem contar que foram criadas 18 novas universidades federais e 173 campus. Não dá nem pra comparar com os absurdos e cortes que estão fazendo agora", criticou.

FOTO: ORLANDO KISSNER

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