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Governo retira pedido de urgência na votação de Projeto que reajusta salário dos servidores estaduai


Nesta quarta-feira (04), várias foram as tentativas do Governo do Estado para barrar a votação dos deputados do Projeto de Lei que reajusta o salário dos servidores estaduais em apenas 1%. Sessão tumultuada, que culminou em novo texto enviado pelo Executivo, retirando do projeto o Regime de Urgência.

Um grupo de 31 deputados contrários ao projeto do Governo, chegou a assinar uma emenda, propondo 2,76% de reposição para o funcionalismo. Mas esta não chegou a ser apresentada, uma vez que o Projeto não entrou em votação. O Executivo enviou então um substitutivo geral para o Projeto, inserindo mais setores para serem beneficiados com o reajuste de 1%, que ainda deve ser analisado pelas Comissões antes de vir a plenário. Entretanto, com a retirada do projeto do Regime de Urgência, a matéria fica sem data para nova votação, o que pode inclusive atrasar o recesso parlamentar que aconteceria neste mês de julho.

A Bancada de Oposição chegou a apresentar um requerimento pedindo a retomada do Regime de Urgência do projeto, mas este não chegou a ser votado, porque ao final da sessão, o plenário foi esvaziado e não houve quórum para votação.

Para o Deputado Requião Filho, enquanto a manobra regimental não for aplicada como o Governo pretende, os deputados deixarão o plenário vazio.

"É realmente uma vergonha o que acontece aqui nesta Casa. Tentam esvaziar o plenário para não apreciar os assuntos em pauta. A CCJ chegou a ser cancelada hoje, sem nenhuma explicação, porque a base do governo perderia a votação. Manobras esdrúxulas por parte de quem deveria defender o interesse público!

Deputados que estão aqui, não confirmam presença no plenário, porque não têm coragem. Manobras regimentais foram apresentadas para que não seja apreciada a matéria! E não são só os professores ficarão sem aumento, o pessoal da saúde, da polícia militar, do IAP, do DEPEN... Todos ficarão sem aumento. É a herança deixada pelo Beto Richa junto desta manobra que reduz o poder de compra em mais de um salário por ano de defasagem. Mas os paranaenses não se esquecerão, pois é ano eleitoral, e muito em breve eles estarão nas portas das suas escolas e nas cidades de vocês pedindo voto. Não esqueçam os nomes de quem está fugindo da votação hoje", desafiou o Deputado.

Foto: Pedro Oliveira / ALEP

Assista:

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