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"Se o calote não vier agora, vem depois das eleições", prevê Requião Filho


Os deputados bancada de oposição reagiram à ameaça do governo do Estado de não pagar nas datas previstas em lei os reajustes do funcionalismo público, garantidos na negociação para encerrar a greve dos servidores de 2015.

Na sexta-feira, o secretário-chefe da Casa Civil, Valdir Rossoni, disse que o governo estuda a possibilidade de não cumprir o acordo, argumentando que o Estado não tem dinheiro para pagar dar o reajuste e pagar as progressões e promoções do funcionalismo.

“Dinheiro tem, o que falta é vontade política de cumprir a palavra. No dia do massacre dos professores, o discurso [do governo] era de que o acordo era necessário e que o pagamento do reajuste estaria garantido”, rebateu o líder da oposição, deputado Requião Filho (PMDB).

O parlamentar alertou que o Executivo pode recuar da medida neste momento, mas o calote deve acontecer até o final do ano. “Se o calote não vier agora, vai vir depois das eleições. Estão tentando segurar para eleger prefeitos, mas o calote vai vir”.

Segundo o acordo, em janeiro de 2017 o governo deverá pagar ao funcionalismo a inflação acumulada entre janeiro e dezembro de 2016 mais 1% relativo a compensação dos meses não pagos em 2015.

“Esperar a compreensão dos servidores com o calote é o mesmo que espera que eles aceitem a guilhotina. O que o governo faz é uma encenação, é chantagem com os trabalhadores, porque o Estado tem dinheiro para fazer os pagamentos”, disse Tadeu Veneri (PT), vice-líder da oposição.

#calote #servidores

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